Praça 7

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 A Praça Sete de Setembro, mais conhecida como Praça Sete, é a praça mais movimentada de Belo Horizonte e seu super centro é o marco zero. Está localizada no cruzamento das duas principais avenidas Afonso Pena e Amazonas, cruzando as ruas do Rio de Janeiro e Carrijos. Em termos de tráfego de veículos, sua importância concorre com a Praça Raul Soares e a Praça da Liberdade, sendo atualmente as três mais importantes da cidade. Porém, o fluxo de pessoas que passa pela Praça Sete é muito maior.

Em seu centro, possui um obelisco, doado pela população da vizinha Capela Nova do Betim (atual cidade Betim) aos moradores da capital Minas Gerais em comemoração ao centenário da independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822. Como todos sabemos, os “pirulitos” são feitos de granito, suportados por uma agulha de 7 m de comprimento numa base quadrilátera, cada vértice decorado com um mastro.

Durante a reforma, cada um dos quatro blocos da praça foi fechado e recebeu o nome de tribos indígenas que vivem em Minas Gerais. O bairro da Rua Carijós, entre a Praça Sete e a Rua Espírito Santo, foi batizado de Pataxó. O bairro da Rua Carijós, entre a Praça Sete e a Rua São Paulo, passou a se chamar Krenak. O quarteirão fechado da Rua do Rio de Janeiro entre a Praça Sete e a Rua Tamoios foi batizado de Xacriabá. O quarteirão fechado da Rua do Rio de Janeiro, entre a Praça Sete e a Rua Tupinambás, foi batizado de Maxakali.

A Praça Sete é cercada por importantes propriedades da história de Belo Horizonte. Entre eles estão o Cine Teatro Brasil (1932), o Banco da Lavoura (1946) e o antigo prédio do Banco Mineiro da Produção projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1953, hoje P7. O prédio onde está localizado o Posto Integrado de Serviços Municipais (PSIU) foi construído no final do século XIX e é a sede do Banco Hipotecário e Agrícola em Minas Gerais.

No projeto de Belo Horizonte elaborado por Aarão Reis no final do século 19, o traçado da cidade era traçado por um cruzamento formado por duas estradas cortadas verticalmente. O cruzamento, onde haverá uma praça, marcará o centro da capital.

O nome originalmente escolhido para o local foi Praça 14 de Outubro, que se refere à data de criação do Conselho de Investigação dos Locais de Designação da Nova Capital. Em 1492.

Em 1922, para comemorar o centenário da independência do Brasil, passou a se chamar Praça Sete de Setembro. Embora a pedra fundamental do que as pessoas chamam de “pirulito” tenha sido lançada naquele ano, o monumento foi concluído no local apenas dois anos depois, em 7 de setembro de 1924. Em meio à reforma da praça em 1963, retornando à Praça Sete em 1980, onde permanece até hoje.

E um lugar com grande diversidade de cultura skatista diariamente, tem a galera do soul no Domingo palco de protestos um ex: movimento contra os abusos no preço da passagem , marcha para Jesus

O que dizer do símbolo da aérea central de BH? Monumento urbano que testemunha o corre corre dos nossos dias, a fúria e insatisfação nos protestos e equilibra o clima de uma cidade urbana de tradição.

É um símbolo da cidade. Me sinto mais mineira e mais belorizontina quando passo por ele…

Em 1932, o Teatro do Cinema Brasileiro foi construído na esquina da Estrada Amazonas com a Rua Carros. Em 1950, o prédio do Banco da Lavoura (atual Banco Santander), projetado por Álvaro Vital Brasil em 1946, foi concluído na esquina da Avenida Afonso Pena com a Rua Rio de Janeiro. [2] O projeto adota um estilo arquitetônico moderno e ganhou o prêmio de arquitetura na 1ª Bienal de São Paulo. Em 1953, foi concluído o prédio do Banco Mineiro da Produção, projetado por Oscar Niemeyer em 1951. A praça foi fechada em 1971 para criar quatro blocos fechados para melhorar a circulação de pedestres. [2] Em 2003, a praça passou por um intenso plano de revitalização. Na mudança principal, podem utilizá-lo pessoas com necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida.

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